Cenário Econômico - Maio/26
- 5 de jun.
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Prezados investidores e parceiros,
Maio de 2026 foi marcado pelo recuo de mais de 16% no preço do petróleo, reflexo das tratativas de cessar-fogo entre EUA e Irã. Apesar do alívio, a inflação global segue resiliente.
Nos EUA, o mercado de trabalho permanece aquecido (desemprego a 4,3%), e o Fed mantém juros entre 3,50% e 3,75%, sem espaço para cortes no curto prazo. O T-Bond de 10 anos fechou a 4,45%.
Na Zona do Euro, inflação acelerou a 3,1%, e o BCE deve elevar juros em 0,50 p.p. ainda em 2026. Na China, a atividade desacelerou, e novos estímulos fiscais são esperados.
No Brasil, o IPCA-15 surpreendeu com alta de 0,62%, pressionando a inflação projetada para 5,2% em 2026. O Copom deve interromper o ciclo de cortes e manter a Selic em 14,50%. O Ibovespa caiu 7,22% no mês, impactado pela saída de R$ 14,9 bilhões em capital estrangeiro.
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