Maioria dos IPOs da temporada de 2020 e 2021 acumula prejuízo na bolsa


A Exame procurou Alexandre Brito, nosso sócio e gestor, para saber por que a maioria dos IPOs da temporada de 2020 e 2021 acumula prejuízo na bolsa. Confira!


"Os negócios que têm um fluxo de caixa mais previsível são menos impactados. Por outro lado, com o enxugamento monetário, as chamadas growth stocks [empresas que dependem do crescimento rápido para gerar resultado] sofrem mais", explicou Alexandre Brito, sócio da Finacap.

Ele lembra que o contexto atípico também trouxe precificações fora do padrão nos últimos anos, o que "esticou" o valor de muitas empresas a um patamar que dificilmente será alcançado no curto prazo, ainda mais em um cenário econômico mais desfavorável.

Por outro lado, o gestor lembra que a leva de IPOs dos últimos anos foi importante para trazer novos setores ao mercado de capitais. Até o início de 2020, a participação de empresas do agronegócio e de tecnologia na bolsa era bastante limitada. Hoje, o maior número de representantes dos segmentos permitiu, inclusive, a criação de novos indicadores, como o índice do agro lançado pela B3.



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